quinta-feira, 4 de junho de 2009

Pudim de Veludo


Coloque 500 g de açúcar numa frigideira e leve ao lume baixo. Com ajuda de uma colher de pau, envolva o açúcar até ficar em caramelo.Em seguida verta-o com cuidado, para dentro de uma forma de pudim e deixe arrefecer. Ligue o forno a 180 ºC. De seguida, envolva os ovos com as claras, o leite, o pau de canela, o açúcar e a raspa de limão.Verta este preparado para a forma e coloque-a num tabuleiro alto com água quente. Leve ao forno por cerca de 45 minutos. Antes de retirar verifique se está cozido, com auxílio de um palito. Desenforme apenas quando estiver frio.

Monumento ao trabalhador madeirense


Monumento mandado construir pelo Governo Regional para homenagear os trabalhadores madeirenses.

A escultura do português anjos Teixeira foi inaugurada a 16 de Outubro de 1976 e esta situada na parte sul do parque de santa Catarina.

Sopa de Abóbora e Feijão



Leve um tacho ao lume, com a banha e quando estiver quente junte-lhe a cebola picada. Deixe refogar um pouco.Depois, adicione a carne previamente escaldada em água quente, para retirar o excesso de sal. Regue com 2 l de água e deixe ferver por 30 minutos. Passado esse tempo, adicione o feijão e cozinhe por mais 20 minutos.Adicione então as pimentas, a cenoura, a abóbora, a pimpinela e as semilhas aos cubos e deixe ferver por mais 30 minutos. Passado esse tempo retire a carne e corte aos cubos e deixe ferver por mais 30 minutos.Passado esse tempo retire a carne e corte em cubos. Volte a juntá-la á sopa e deixe apurar por mais 5 minutos. Se necessário acrescente mais água.Rectifique os temperos antes de servir.
Estatua e em bronze inaugurada a 1 de Julho de 1987 junto ao aeroporto internacional da Madeira.
nEm Maio de 1990 foi transferida para a rotunda da autonomia. A obra foi concebida pelo madeirense Ricardo Veloso.

Carne de Vinho Alhos

São Vicente é muito conhecido por ter uma das mais ricas gastronomias da Madeira, preservando os pratos tradicionais regionais.
Tempere a carne de porco na véspera com as ervas aromáticas, o vinho as cebolas, as pimentas e os alhos esmagados.No outro dia, envolva-lhes a carne de vaca e deixe marinar por mais 30minutos. De seguida, leve um tacho ao lume com a banha. Quando estiver quente adicione as carnes escorridas e deixe corar. Regue então com o líquido da marinada e baixe o lume. Tape o tacho e deixe cozinhar, em lume brando por uma hora. Durante a cozedura, mexa e se necessário acrescente água.Entretanto descasque as batatinhas e coza-as em água temperada de sal.Sirva com a carne.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A Lenda de São Vicente



Era uma vez duas crianças, filhas de pastores, que tinham por tarefa diária levar uma vaquinha a pastar, enquanto seus pais desbravavam as matas densas e arroteavam as terras. As crianças, manhã cedo, com uma magra côdea de pão e fruta silvestre, guiavam a vaquinha para os lugares baixos e alagadiços, onde havia erva viçosa, nas margens da ribeira.
A fúria das ondas impedia a água da ribeira de chegar ao mar, colocando-lhe à frente um paredão de calhaus que a retinha numa enorme lagoa. Para grande surpresa das crianças, dentro da lagoa apareceu, de súbito, um barco que deslizava suavemente, trazendo à proa um jovem de tenra idade, de olhos azuis e cabelos loiros que, com um sorriso lhes acenou, convidando-os a partilhar tão divertida brincadeira.O povo da freguesia, que não era muito mas tinha grande fé, compareceu e, com picaretas, deu as primeiras pancadas no basalto rijo e duro que milagrosamente se abriu, apresentando uma enorme gruta onde, com orações e lágrimas, colocaram o Santo para sempre.
Dali, vigia e protege o povo da fúria das ondas do mar, das águas caudalosas da ribeira e dos ventos devastadores.



Capela de S. Vicente


A Capela de S. Vicente, na foz da ribeira de S. Vicente, foi construída em 1694, como um nicho num bloco de basalto, por Inácio de Sousa, auxiliado por esmolas de devotos. Conforme documentado, a ermida foi implantada no lugar onde se diz que o Santo apareceu.

Vida Quotidiana

Expressão da vida quotidiana do povo através da animação de ritos e costumes de trabalho e lazer, lendas, tradições e festas populares, o Folclore é a história viva de um povo. O conhecimento transmitido por imitação e via oral, preservado pela memória colectiva através das gerações é animado através da encenação, danças e canções levadas a cabo por agrupamentos populares.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Cigarrinho



•Nome vulgar: Cigarrinho.
•Nome científico: Sylvia conspicillata orbitalis (Wahlberg, 1854)
•Família: Sylviidae
•Distribuição e Habitat: Subespécie endémica da Macaronésia. Ocorre no arquipélago da Madeira, nas Ilhas do Porto Santo e da Madeira. Pode ser observada em zonas com pouca perturbação e com coberto arbustivo (urzes e giestas) denso. No Porto Santo ocorre ainda em zonas de pinhal novo.
•Descrição: De porte muito pequeno, possuindo cabeça cinzenta e garganta branca. Apresenta dimorfismo sexual. As fêmeas são de plumagem mais apagada e acastanhada que os machos.

Canário da Terra



•Nome vulgar: Canário da terra.
•Nome científico: Serinus canaria canaria (Linnaeus, 1758)
•Família: Fringillidae
•Distribuição e Habitat: Subespécie endémica da Macaronésia. Ocorre no arquipélago da Madeira, nas Ilhas do Porto Santo, Desertas e Madeira, ocupando variados tipos de habitastes, nomeadamente, zonas rurais agrícolas e zonas de vegetação rasteira.
•Descrição: De plumagem amarela no peito. Apresenta dimorfismo sexual. As fêmeas são mais discretas que os machos.

Bis-Bis



•Nome vulgar: Bis-Bis.
•Nome científico: Regulus ignicapillus madeirensis (Harcourt, 1851)
•Família: Sylviidae
•Distribuição e Habitat: Subespécie endémica do arquipélago da Madeira, ocorrendo regularmente, exclusivamente na Ilha da Madeira, onde ocupa uma variedade de habitastes, que vão desde a floresta indígena até à floresta exótica.
•Descrição: É a ave mais pequena da avifauna do arquipélago e possui um comportamento inquieta e de foram inconfundível.

Andorinha da serra



•Nome vulgar: Andorinha da serra.
•Nome científico: Apus unicolor (Jardine, 1830)
•Família: Apodidae
•Distribuição e Habitat: Espécie endémica da Macaronésia. Ocorre no arquipélago da Madeira, nidificando apenas nas Ilhas do Porto Santo e da Madeira. Pode ser observada numa variedade de habitastes.
•Descrição: Apresenta o corpo uniformemente escuro e um voo bastante rápido e característico.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

LICORES


Também existe toda uma grande variedade de licores tais como:
Licor de Aniz, Licor de Anona, Licor de Caroço de Nêspera, Licor de cerveja, Licor de Hortelã Pimenta, Licor de Maracujá, Licor de Pitanga, Licor de Mel de Cana, Licor de Ginja, Licor de Banana, entre muitos outros, apreciados especialmente na época natalícia, acompanhados de Bolo de Mel e Broas.

CIDRA


É uma bebida de fraca graduação alcoólica, fresca e de bom paladar que pode ser consumida no Verão.
É feita com sumo de Pêro “vime” esmagado em pisões de madeira. A sua fermentação dá-se em cascos de madeira.

SANGRIA TROPICAL

-Servida bem fresquinha, leva vinho tinto, limonada, sumo de laranja, açúcar, frutas cortadas em miúdo (laranja, limão, maçã e folhas de hortelã).
CORTADINHO;
-Café com vinho canteiro casquinha de limão

PÉ DE CABRA


É uma mistura de vinho seco com cerveja preta, açúcar, casquinha de limão e chocolate em pó

QUENTINHA


Café com aguardente de cana, açúcar e casquinha de limão
Estas duas últimas bebidas são servidas em especial no Inverno ou em tempo frio, nas casas de pasto hoje em dia, muitas delas substituídas por snacks.

NIKITA


Esta bebida vulgarizada na Vila de Câmara de Lobos é preparada na centrifugadora com vinho branco, gelado de baunilha, rodelas de ananás e açúcar. Junta-se uma cerveja branca no final.

PONCHA


Feita habitualmente com aguardente de cana branca, mel de cana e sumo de limão, é tomada nas manhãs de Inverno, ou na época de Natal.

O Vinho da Madeira


O Vinho da Madeira constitui um dos principais meios de riqueza da economia madeirense.O vinho foi introduzido nesta ilha por alturas do povoamento e por ordem do Infante D. Henrique. A primeira casta a ser introduzida na Madeira foi a Malvasia, vinda da ilha grega de Cândia, tendo sido a sua primeira exportação para a Europa durante o ano de 1515, destinada para França para a corte de Francisco I.Foi só no declínio do ciclo do açúcar, que se incrementou, no Séc. XVII, a sua produção, que hoje ocupa um lugar cimeiro na economia da Ilha da Madeira.O vinho Madeira ganha reputação internacional séc. XVIII e 1º quartel do séc XIX; chegando a ser “o vinho mais caro e apreciado do mundo”.Quando em 1852 e 1872 as pragas de oidim e de iloxera ameaçaram a produção vinícola, só com a importação de novas vides (enxertadas posteriormente com as castas nobres) é que foi possível evitarem o aniquilamento desta indústria.As videiras encontram no solo e no clima ameno da Madeira uma situação bastante privilegiada, conferindo-lhes assim característica bastante próprias.Embora na Madeira, existam mais de 30 castas diferentes as mais nobres são Malvasia, Verdelho, Boal e Sercial cultivadas no Sul da Ilha e no Porto Santo